terça-feira, 25 de maio de 2010

25% de investimento e 100% de lucro.... que papelão, heim?!

Caros amigos,

- Bom dia!!! E haja sorte...

- O Metrô de São Paulo linha amarela foi inaugurado hoje, com 2 anos de atrasos, 7 mortes na sua construção e com 2 estações apenas.

- Segundo consta foi investido 3,8 bi (mais ou menos o mesmo gasto na última reforma às pressas na marginal tiete, que além de tudo, não resolve nada e ainda piora bastante coisa)

- Desses 3,8 bi, 75% foi gasto pelo governo.

- Ou seja, apenas 25 % foi gasto pelo consórcio privado

- E, quando for inaugurado - com trens sem motoristas (tecnlogia paga 75% pelo governo) o consórcio tirará incríveis 100% do lucro das catracas, durante incríveis 30 anos!

- 100% de lucro.... 25% de investimento...

- tudo acertado e assinado na gestão do Geraldo Alckmin

- a tal da ppp - parceria público privada:
O Governo entra com 75% dos gastos.... e 0,00% dos lucros... a empresa com 25% dos gastos, e 100% dos lucros...

- que parceirão esse governo, heim?!






quarta-feira, 28 de abril de 2010

eleições 2010

Caros amigos,

Estou sem tempo de escrever  sobre tudo o que vem acontecendo nos últimos dias... Certamente discutir isso faz toda a diferença.

Mas por enquanto, para fomentar a discussão vindoura!!(hehe), separei 3 reportagens interessantes, sobre a Veja e algumas das idéias do candidato J. Serra:


Em relação às capas da VEJA, clique aqui para ler artigo no Observatório da Imprensa.



Em relação ao Serra e o Mercosul, clique aqui para ler artigo do cientista político Renato Martins, na Carta Maior.


e em relação ao Serra e a ALCA ...(!), clique aqui para ler artigo do Marco Aurélio Weissheimer, sem seu blog RS Urgente.



Bom dia... e boa sorte!!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

entrevista com Celso Amorim sugerida por Henrique Siqueira

O rato de fórum, blogueiro, phd em Googlar e ainda arquiteto urbanista formado pela USP Henrique Siqueira, enviou a seguinte entrevista com o chanceler Celso Amorim.
Muito boa! vale a pena ler!!


divirtam-se:


Mensagem novaEnviada: Segunda-Feira 26 Abr 2010 9:17 Assunto:Responder com Citação Editar/Remover esta mensagem Remover esta mensagem Ver o IP do Utilizador

Chanceler brasileiro defende posição do País na crise hondurenha, fala sobre sua filiação ao PT e rebate as críticas de que o governo Lula partidarizou a diplomacia brasileira

Roberto Simon

Ele está a 132 dias de bater o recorde de José Maria da Silva Paranhos Júnior, o barão do Rio Branco, maior mito da diplomacia brasileira. Quando terminar o governo Lula, Celso Amorim será o chanceler que mais tempo esteve à frente do Itamaraty. Em entrevista ao Estado, ele defendeu a posição do Brasil durante a crise hondurenha, falou sobre sua filiação ao PT e disse que estão “equivocados” os que acham que o País está isolado na questão nuclear iraniana. A seguir, os principais trechos da conversa com o chanceler brasileiro.

Por que o sr, diplomata de carreira e chanceler, decidiu se filiar ao PT?


Estou terminando minha gestão no Itamaraty. Sou diplomata aposentado, além do mais. Mas aposentadoria não é a morte. Interesso-me por política – isso não significa que serei candidato. Se quisesse, teria sido agora. Quero ter um envolvimento na política e me identifico mais com o PT. A maioria dos meus antecessores, com exceção do governo militar, pertenciam a partidos.

Mas não diplomatas de carreira.

Não penso assim. Veja meu antecessor, Celso Lafer. Foi tesoureiro de campanha do PSDB. Roberto Campos, diplomata de carreira, não foi chanceler, mas foi ministro. Sinceramente, isso é um não-assunto.

O sr. seria chanceler em um eventual governo Dilma Rousseff?


Não sei, não tenho mais ambições. Pretendo levar da melhor maneira esse período final do governo, ao qual me orgulho de ter servido.

Seus críticos reclamam da “”partidarização”" da diplomacia, dizem que a agenda do PT está ofuscando tradicionais objetivos do Itamaraty.

Primeiro, o governo não é só o PT, mas o PT dentro de uma coligação. Eu, aliás, fico muito satisfeito quando vou ao Senado e à Câmara e – tirando esse período eleitoral – recebo muitos elogios.

Mas, da última vez, dois da membros oposição bateram boca com o sr.


É porque estamos em ano eleitoral. Respeito a opinião dos outros, não estou dizendo que estão certos ou errados. Há alguma diferença de concepção quanto à diplomacia, mas a maior distinção é que nós não nos limitamos a falar. Nós fizemos.

Há reclamações de uma afinidade excessiva da atual política externa com países como Venezuela e Cuba. O sr. discorda?

Não vejo isso de maneira tão dramática. Fui ministro do presidente Itamar (Franco) e levei a Cuba uma carta dele sobre certos temas. O próprio governo Fernando Henrique Cardoso teve uma cooperação razoável com Cuba.

Agora parece ser diferente. Na última visita a Havana, Lula comparou prisioneiros de consciência cubanos como criminosos comuns brasileiros.

Já comentei o que tinha de comentar a esse respeito. O presidente fez uma autocrítica em relação à greve de fome que fez em São Bernardo. Agora, cá entre nós, quando houve greve de fome na Irlanda do Norte ninguém nos pediu para romper com a Grã-Bretanha. Há maneiras de agir. É muito fácil fazer condenações e colocar um diploma na parede. O difícil é contribuir efetivamente para uma melhora.

Mas, ao comparar presos de consciência com criminosos comuns, o presidente não dá um voto de legitimidade ao sistema cubano?


Não vejo que ele tenha feito a comparação entre uns e outros. O presidente comparou situações. Cada um tem seu estilo, suas metáforas.

Outra frase do presidente Lula que marcou muito foi a de que os protestos, no Irã, contra a eleição de junho, eram “choro de perdedor, como uma coisa entre vascaínos e flamenguistas”.

Vocês querem que eu comente o estilo do presidente. Esse estilo é apoiado por 85% dos brasileiros. O que interessa é que o Brasil não vai intervir em um tema interno iraniano e irá se relacionar de Estado para Estado com o Irã.

Mas, novamente, não foi uma intervenção? Não estaria Lula legitimando uma eleição amplamente contestada?

Não acho, de forma nenhuma, que seja uma intervenção. Reflete a experiência dele diante de coisas que assistiu no Brasil. Seria muito pretensioso, nesse caso específico, achar que teríamos alguma influência. O que temos procurado trabalhar com o Irã é o caso do dossiê nuclear.

Antes de falar sobre o programa nuclear, o sr. considera a questão de direitos humanos no Irã um empecilho para a aproximação do Brasil com Teerã?

O ideal é que o mundo todo fosse feito de democracias. De preferência com um componente social, como a nossa. Mas não é assim. Não vou responder a sua pergunta como você quer e a recoloco: a ausência de democracia é empecilho para os EUA – país que seu jornal mais admira, e eu também – estabelecer relações com alguém? Pergunte a um ministro americano se ele pensa em romper laços por causa de violações de direitos humanos.

O caso iraniano é bem particular. O Irã caminha desde junho para uma ditadura brutal, com repressão na rua e a Guarda Revolucionária tomando de assalto o país. Nesse contexto se dá a aproximação brasileira.

Não vejo da forma que você coloca. O Irã é formado por circunstâncias diversas, que vêm desde a traumática ruptura com os EUA.

Sobre o dossiê nuclear do Irã, há em paralelo um programa balístico e todos sabem que Teerã fez uma usina secreta em Qom…

Não defendemos nada disso. Queremos o que (o presidente Barack) Obama defendia até pouco tempo, mas parece estar desiludido. Tudo isso que você estava enumerando já existia. O que há de novo é uma proposta da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica) para a troca de urânio levemente enriquecido por elementos combustíveis para o reator de pesquisa de Teerã. Achamos que ainda é possível trabalhar sobre a proposta – assim como os turcos, membros da Otan e vizinhos do Irã, provavelmente os últimos a querer uma bomba iraniana. Chamam-nos de ingênuos, mas acho muito mais ingênuos os que acreditam em tudo o que o serviço de inteligência americano fala. Veja o caso do Iraque. O último relatório da AIEA sobre o Irã não traz fato novo. O que tem é um novo tom, pois mudou o diretor-geral. Converso com muita gente e não vejo o Irã perto de fazer uma bomba. A maioria dos analistas tampouco acredita que isso está próximo.

O artigo de capa da última “Foreign Affairs”, prestigiada revista de especialistas, diz exatamente o oposto.

Mas isso virou uma polêmica ideológica. Um artigo publicado nos EUA colocava a estimativa mínima entre três e cinco anos para se obter uma bomba. Supondo ainda que eles queiram fazer. Não estou dizendo que eles querem ou não. Mas é possível fazer um acordo que dê conforto relativo – pois absoluto não há – de que o Irã não terá um arsenal nuclear mínimo a médio prazo, ao mesmo tempo respeitando o direito iraniano de ter energia nuclear para fins pacíficos. É absurdo achar que o Brasil é pró-Irã. Veja o que diz (Thomas) Pickering, que trabalhou com a (ex-secretária de Estado dos EUA) Madeleine Albright, ou o (ex-conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, Zbigniew) Brzezinski. Outro dia até o Estadão publicou um artigo – fiquei feliz – defendendo a mesma coisa que nós. Dizer que Pickering é pró-Irã é estar no mundo da Lua, sinceramente.

Ahmadinejad fechou um acordo com AIEA e depois recuou. Como o sr. vê esse vaivém?

Os EUA também chegaram a condenar Honduras na OEA e depois recuaram, porque senadores não confirmavam um embaixador.

São situações comparáveis?

Claro que não. Estou dizendo que em todos os lugares há posições variadas. O Irã, independentemente do julgamento de valor, certamente tem um sistema político plural.

Não é o que pensam os dissidentes iranianos, sobretudo desde junho.


Um dos primeiros a condenar o acordo com a AIEA foi o (líder da oposição Mir Hossein) Mousavi. O Irã tem um sistema plural, apesar de todas as suas limitações. Não estou falando que é a democracia pluralista que queremos. Acho, honestamente, que o Irã devia ter aceito a oferta da AIEA que permitia o enriquecimento. Mas não é porque recusaram que diremos “então está bem, vamos para guerra”. Ou “vamos para sanções”, que podem não ter efeito ou punir a população.

Então, se uma resolução nos atuais termos vier, o Brasil votará contra.

Não darei essa informação. Ainda temos de analisar.

O vice-presidente José Alencar afirmou que uma bomba iraniana só teria fins defensivos. O sr. concorda?

Você só me pergunta sobre o que os outros dizem (risos). Respeito muito o vice-presidente e não comentarei. Surpreende-me a falta de informação. Achar que o Brasil é pró-Irã ou que está isolado é totalmente falso. Nem deveria invocar esses exemplos, mas como é tão importante para um certo grupo da elite brasileira saber o que os outros pensam… Outro dia na TV disseram que Honduras foi um “tropeço” nosso. Não vejo absolutamente nenhum tropeço nesse caso. Aliás, nossas posições públicas foram iguais às dos EUA. Eles nunca abriram a boca para nos criticar por dar abrigo ao (presidente Manuel) Zelaya. Só a mídia nacional e alguns políticos fizeram isso.

Hoje, olhando para trás, o sr. avalia que a decisão de abrigar Zelaya beneficiou a crise hondurenha?

Foi corretíssima, positiva para a coerência do Brasil. É espantoso que jornais que foram obrigados a publicar receita de bolo em suas páginas por causa da censura de um governo militar achem justificável um golpe de Estado. Isso me espanta. Houve um erro e não devemos permitir que ele sirva de exemplo. Aliás, mutatis mutandis, o golpe hondurenho se assemelha muito ao de 1964. Todo mundo diz que o Brasil cometeu um fiasco, como se não fosse correto dar abrigo a um presidente legitimamente eleito, tirado de sua casa na ponta de um fuzil.

Nenhum grande jornal do Brasil defendeu o golpe. Para o “Estado”, o novo regime era “governo de facto”. O que se questionou foi, por exemplo, o fato de Zelaya convocar uma “insurreição” – foi essa a palavra usada – de dentro da embaixada brasileira.

O que você queria que eu fizesse? Pegasse o Zelaya e botasse na rua? Aí sim teríamos uma chance de guerra civil. Chegamos para ele e dissemos “você fica, mas não fale mais isso”. Eu, pessoalmente, disse a ele: “Presidente, por favor não use a palavra morte”. E ele respeitou. Enviados americanos iam à embaixada brasileira falar com Zelaya. Só se chegou a uma conclusão – que, certamente, não foi a ideal – porque abrigamos Zelaya.

Recentemente, a revista “Foreign Policy” afirmou que o sr. é o “Henry Kissinger brasileiro”. Como o sr. vê a comparação?

Não tenho o brilhantismo do professor Kissinger (risos). E ainda acho que sou um pouco mais idealista do que ele.

Fonte: O Estado de São Paulo via Notimp
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segunda-feira, 29 de março de 2010

vídeos que todos precisavam ver!!

Dani - especial pra você:

Os vídeos que te falei nesse fim de semana!

Um beijo.


"Jose Arruda (ex-DEM) quando deveria ter sido preso pela primeira vez. (mas renunciou (!), e na eleição seguinte foi eleito governador do Distrito Federal)"





bom dia.... e boa sorte!!



sexta-feira, 26 de março de 2010

o petróleo do Brasil e o do RJ...

Já que a discussão na mídia está muito pouco racional, vamos fazer uma aqui!!


Eu ainda nao entendi esse negócio da emenda direito.

Vi uma entrevista com o deputado Ibsen, e me pareceu bem razoável seus argumentos. E também vi uma comentarista carioca falando do pq em sao paulo ainda não ter repercutido negativamente tanto quando no rio: ela disse q em s paulo vai doer no bolso no futuro, e nao agora. Entao "S Paulo tb vai perder... e muito!! no futuro".

Se estamos falando do futuro, não se trata de mudar as regras no meio do jogo. E se estamos falando de legislação, não há como não mudar as coisas.... sem mudar as coisas!!


E as desculpas de q um estado produtor deve ser 'recompensado' por "ter q explorar petróleo".... são absurdas.... só o privilégio de ter petróleo sendo explorado na sua costa gera um fomento à economia que são inigualáveis! portos, estradas de ferro, consumo de energia, movimentação de pessoas, hotelaria... etc... .... oras!! que não me venham com xurumelas!!!!

E o argumento de que isso é uma prática mundial tb é fraquíssimo, pra se dizer o mínimo.

Essa prática mundial criou estados como Maracaibo na Venezuela, e a parte oriental da Bolívia (nesse caso, pelo gás).... que incita a desigualdade e o preconceito dentro de uma nação... Sem considerar o Oriente Médio, que é a região rica mais pobre do mundo!!

O risco de criarmos as mesmas condições está, nesse momento, muito alta.

Ou eu não percebi alguma coisa importante nesse entremeio?

quarta-feira, 17 de março de 2010

O petróleo e o Brasil

O Petróleo que a Petrobras vai tirar do alto mar é brasileiro ?

... ou é carioca?

terça-feira, 9 de março de 2010

Manifesto pela defesa da Reforma Agrária

- Caros amigos!

- Diante dos cada vez mais constantes ataques à Reforma Agrária pelos mesmos personagens que pregam a defesa do capitalismo pleno e "se esquecem" que a concentração de terra é contra-produtiva no próprio capitalismo pleno

- Essas mesmas pessoas que costumam se espelhar nos países centrais, mas que escondem a reforma agrária que esses fizeram

- E que fazem 'vista grossa' para todos os crimes e assassinatos cometidos contra os 'sem-terra' e que nunca foram julgado

- E que querem criminalizar o maior movimento organizado de reforma agrária de forma generalizada

- E que recebem todo o apoio da mídia (que diga-se de passagem se estabeleceu e se fortaleceu no Brasil durante o regime ditatorial militar)

- Diante disso tudo, alguns jornalistas fizeram um manifesto interessante:


Manifesto - Denuncie a ofensiva dos setores conservadores contra a reforma agrária!

Está em curso uma ofensiva conservadora no Brasil contra a reforma agrária, e contra qualquer movimento que combata a desigualdade e a concentração de terra e renda. E você não precisa concordar com tudo que o MST faz para compreender o que está em jogo.

Uma campanha orquestrada foi iniciada por setores da chamada “grande imprensa brasileira” – associados a interesses de latifundiários, grileiros - e parcelas do Poder Judiciário. E chegou rapidamente ao Congresso Nacional, onde uma CPMI foi aberta com o objetivo de constranger aqueles que lutam pela reforma agrária.

A imagem de um trator a derrubar laranjais no interior paulista, numa fazenda grilada, roubada da União, correu o país no fim do ano passado, numa campanha claramente orquestrada. Agricultores miseráveis foram presos, humilhados. Seriam os responsáveis pelo "grave atentado". A polícia trabalhou rápido, produzindo um espetáculo que foi parar nas telas da TV e nas páginas dos jornais. O recado parece ser: quem defende reforma agrária é "bandido", é "marginal". Exemplo claro de “criminalização” dos movimentos sociais.

Quem comanda essa campanha tem dois objetivos: impedir que o governo federal estabeleça novos parâmetros para a reforma agrária (depois de três décadas, o governo planeja rever os “índices de produtividade” que ajudam a determinar quando uma fazenda pode ser desapropriada); e “provar” que os que derrubaram pés de laranja são responsáveis pela “violência no campo”.

Trata-se de grave distorção.

Mal comparando, seria como se, na África do Sul do Apartheid, um manifestante negro atirasse uma pedra contra a vitrine de uma loja onde só brancos podiam entrar. A mídia sul-africana iniciaria então uma campanha para provar que a fonte de toda a violência não era o regime racista, mas o pobre manifestante que atirou a pedra.

No Brasil, é nesse pé que estamos: a violência no campo não é resultado de injustiças históricas que fortaleceram o latifúndio, mas é causada por quem luta para reduzir essas injustiças. Não faz o menor sentido...

A violência no campo tem um nome: latifúndio. Mas isso você dificilmente vai ver na TV. A violência e a impunidade no campo podem ser traduzidas em números: mais de 1500 agricultores foram assassinados nos últimos 25 anos. Detalhe: levantamento da Comissão Pastoral da Terra (CPT) mostra que dois terços dos homicídios no campo nem chegam a ser investigados. Mandantes (normalmente grandes fazendeiros) e seus pistoleiros permanecem impunes.

Uma coisa é certa: a reforma agrária interessa ao Brasil. Interessa a todo o povo brasileiro, aos movimentos sociais do campo, aos trabalhadores rurais e ao MST. A reforma agrária interessa também aos que se envergonham com os acampamentos de lona na beira das estradas brasileiras: ali, vive gente expulsa da terra, sem um canto para plantar - nesse país imenso e rico, mas ainda dominado pelo latifúndio.

A reforma agrária interessa, ainda, a quem percebe que a violência urbana se explica – em parte – pelo deslocamento desorganizado de populações que são expulsas da terra e obrigadas a viver em condições medievais, nas periferias das grandes cidades.

Por isso, repetimos: independente de concordarmos ou não com determinadas ações daqueles que vivem anos e anos embaixo da lona preta na beira de estradas, estamos em um momento decisivo e precisamos defender a reforma agrária.

Se você é um democrata, talvez já tenha percebido que os ataques coordenados contra o MST fazem parte de uma ofensiva maior contra qualquer entidade ou cidadão que lutem por democracia e por um Brasil mais justo.

Se você pensa assim, compareça ao Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, no próximo dia 11 de março, e venha refletir com a gente:

- por que tanto ódio contra quem pede, simplesmente, que a terra seja dividida?

- como reagir a essa campanha infame no Congresso e na mídia?

- como travar a batalha da comunicação, para defender a reforma agrária no Brasil?

É o convite que fazemos a você.

Assinam:

Altamiro Borges

Antonio Martins

Dênis de Moraes

Hamilton Octavio de Souza

Igor Fuser

João Brant

João Franzin

Jorge Pereira Filho

José Arbex Jr

Laurindo Lalo Leal Filho

Luiz Carlos Azenha

Renato Rovai

Rodrigo Savazoni

Rodrigo Vianna

Sérgio Gomes

Vânia Alves

Verena Glass


- O problema, caros amigos, é que o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) é um dos grandes latifundiários do Brasil.....

- Veja, nesse vídeo, nas entrelinhas, como o Ministro Joaquim Barbosa afirma:" Vossa excelência não está falando com um dos seus capangas do Mato Grosso, ministro Gilmar"




Bom dia.... e boa sorte!



fonte:

O escrevinhador - blog de Rodrigo Vianna (http://www.rodrigovianna.com.br/plenos-poderes/como-barrar-a-ofensiva-dos-latifundiarios-no-brasil)

site youtube (www.youtube.com)



terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Jogos, trapaças e 2 canos fumegantes...

Caros amigos,

- Recentemente o senador Álvaro Dias (PR) e a revista de ficção VEJA difamaram a Dilma Roussef por ela ao ter defendido uma postura firme em relação à PETROBRAS permanecer pública referenciar as tentativas do PSDB de privatizar a Petrobras.

- Eles inclusive a acusaram de mentirosa...

- Conseqüentemente chamaram de mentirosa a Associação dos Engenheiros da Petrobras e seu documento entregue ao Senado com o título: As 10 vezes que tentaram privatizar a Petrobrás.

Nele, contém a seguinte informação:

Em 1995, o governo, faltando com o compromisso assinado com a categoria, levou os petroleiros à greve, com o firme propósito de fragilizar o sindicalismo brasileiro e a sua resistência às privatizações que pretendia fazer.

Durante a greve, uma viatura da Rede Globo de Televisão foi apreendida nas proximidades de uma refinaria, com explosivos. Provavelmente, pretendendo uma ação sabotagem que objetivava incriminar os petroleiros ( clique aqui para ler o documento completo no portal VERMELHO)


- E chamaram de mentiroso também as gravações e documentos da época do governo do FHC... ( clique aqui para ler nesse blog a declaração do ministro das Comunicações de FHC, Sérgio Motta, no dia 31/01/98)

- E inclusive esse blog, que já reuniu várias provas de quando tentou-se a todo custo privatizar a Petrobrás...

- Também chamaram de mentiroso o Rafa, que hoje trabalha na Petrobras, e que vivenciou a reestruturação dela, depois de seu desmantelamento....

- Ou seja, são todos mentirosos...!! Menos o Alvaro Dias.... e a Veja...

- Aliás, achei uma ótima entrevista - reportagem da VEJA de julho de 2009...







Bom dia... e boa sorte!




editado em 04/03/2010 pelo ombudsman desse blog!!!


quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

A Orquestra Lufa-Lufa

Caros amigos!!

- A ditadura em Honduras teve sucesso!!
- A década e meia de governo do PSDB afundou literalmente São Paulo !!
- O mundo gasta menos de 0,01% com a desgraça no Haiti do que gastou com a crise do sistema do capital (no haiti ordem de grandez: dezena de milhões.... no sistema do capital: unidade de TRILHÃO!!)!!!
- O STJ suspendeu qualquer ação conta o "honrado" Daniel Dantas.... incluindo a SATIAGRAHA...
- O Protógenes Queiroz foi afastado da PF por investigar peixe grande.... e recentemente, foi suspenso por 2 dias (único funcionário que pode ser suspenso, ainda q afastado...) !!
- VIVA 2009!!!!!



Só nos resta registrar o texto de autoria do próprio Protógenes que o fez ser suspenso por 2 dias.




Bom dia....



e boa sorte!!!





" ORQUESTRA LUFA-LUFA

AO POVO BRASILEIRO E AOS INTERNAUTAS, ACABO DE TOMAR CONHECIMENTO QUE FUI AFASTADO DA POLICIA FEDERAL, PELA PORTARIA 247-2006 DE 9 DE ABRIL DE 2009 DPF DEVENDO FICAR À PARTE DAS MINHAS ATIVIDADES ATÉ A CONCLUSÃO DO PROCESSO DISCIPLINAR.
RECEBI A NOTÍCIA COM A MESMA TRANQUILIDADE COM QUE PARTICIPEI DA CPI. NO ENTANTO, O QUE CAUSA PERPLEXIDADE É A SEQUÊNCIA DE DATAS QUE OS FATOS ACONTECEM. TUDO LEVA A CRER QUE SE TRATA DE MAIS UMA ATITUDE, POSSIVELMENTE, EM FAVOR DO BANQUEIRO CONDENADO DANIEL DANTAS, SEMELHANTE A UMA ORQUESTRA LUFA-LUFA.

COINCIDÊNCIA OU NÃO, ANALISANDO AS DATAS: NO DIA 17.03.2009 SOU INDICIADO POR VIOLAÇÃO DE SIGILO FUNCIONAL E VAZAMENTO DE INFORMAÇÕES; NO DIA 23.03.2009 O TRF-SP JULGA O HC DO BANQUEIRO CONDENADO DANIEL DANTAS E O OBJETO PRINCIPAL DEFENDIDO É A VIOLAÇÃO DE SIGILO FUNCIONAL POR COMPARTILHAR DADOS COM A ABIN, TESE QUE O TRIBUNAL REJEITOU POR UNANIMIDADE; NO DIA 08.04.2009 PRESTO DEPOIMENTO NA CPI QUE INVESTIGA INTERCEPTAÇÕES CLANDESTINAS, MAS O OBJETIVO ERA ME CONSTRANGER PERANTE A OPINIÃO PÚBLICA COM PRISÃO ETC, O QUE DE FATO NÃO OCORREU; NO DIA 09.04.2009 RECEBO A INTIMAÇÃO DE INSTAURAÇÃO DE PROCESSO DISCIPLINAR COM DECISÃO PRELIMINAR DE SUSPENSÃO E AFASTAMENTO DO EXERCÍCIO DO CARGO DE DELEGADO DE POLÍCIA FEDERAL ATÉ A DECISÃO FINAL DESTE PROCESSO, CUJA FINALIZAÇÃO SE DARÁ NO DIA 08.07.2009, DATA DA EXECUÇÃO DA OPERAÇÃO SATIAGRAHA.

DESTA FORMA ENTENDO SER UMA MENSAGEM DIRETA DA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA, CHEFIADA PELO BANQUEIRO CONDENADO, ESPALHADOS NO DO APARATO ESTATAL.

SINTO-ME INJUSTIÇADO PELA INVERSÃO DE PAPEIS QUE VEM OCORRENDO NO COTIDIANO. O QUE LEVA A CRER QUE HAJA, DE FATO, UMA INTENÇÃO DE DESMORALIZAÇÃO DA AUTORIDADE POLICIAL JUDICIÁRIA. NÃO SÓ A MIM, MAS TAMBÉM A OUTROS POLICIAIS E AUTORIDADES DA SATIAGRAHA. CONSIDERO QUE O TRABALHO DE JUIZES FEDERAIS, PROCURADORES DA REPÚBLICA E DELEGADOS FEDERAIS É COLOCADO SOB SUSPEIÇÃO, ENQUANTO O FOCO PRINCIPAL, O CRIME PERPETRADO PELOS INVESTIGADOS DO COLARINHO BRANCO, DESAPARECE DAS ATENÇÕES.
MEU ALENTO É SABER QUE A POPULAÇÃO BRASILEIRA NÃO COMPARTILHA DESSA PERSEGUIÇÃO SISTEMÁTICA E DESENFREADA CONTRA MINHA PESSOA. A ENQUETE DO UOL, EM UM UNIVERSO DE QUASE 15 MIL PESSOAS, QUE VEM OPINANDO ESPONTANEAMENTE, REVELA QUE 83% CONSIDERAM QUE MEU TRABALHO DEVERIA SER CONDECORADO, NÃO HUMILHADO E RIDICULARIZADO, COMO VEM SENDO.
É POR INTERMÉDIO DA MINHA FÉ CRISTÃ - E COM ESSE IMENSO APOIO POPULAR- QUE DIARIAMENTE RENOVO MINHAS FORÇAS CONTRA TODA INJUSTIÇA!

protogenespq@gmail.com

http://www.petitiononline.com/deleprot/petition.html

http://video.google.com/videoplay?docid=-5074960409157057078

"

clique aqui (antes que seja tirado do ar!!) para ler orquestra lufa-lufa no site do Protógenes

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Isto é UMA VERGONHA!!

Caros amigos,

pasmem....... ou não!



- Não deixe de ler essa resenha sobre o Boris Casoy no Observatório da imprensa clicando aqui



Bom dia....... e boa sorte!!







fontes:
Observatório da Imprensa: http://www.observatoriodaimprensa.com.br


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